Sim. Se o dente estiver muito comprometido e o dentista concluir que precisa ser extraído, você pode fazer a extração mesmo estando amamentando.
A anestesia local normalmente utilizada pelo dentista, inclusive lidocaína, é compatível com a amamentação. Em geral, não é necessário suspender as mamadas nem retirar e descartar o leite depois da anestesia.
Portanto, não deixe de tratar ou extrair o dente por causa da amamentação. Avise ao dentista que amamenta e a idade do bebê para que ele escolha anestésico e medicamentos adequados
É o seguinte: não sou ginecologista. Portanto não sou o profissional mais indicado para lhe orientar. Mas, pelas fotos, eu não vejo fundamento para dizer “isso é câncer”, mas também não ficaria simplesmente repetindo tratamentos para cervicite. Eu faria colposcopia, com pesquisa de HPV de alto risco e citologia. E se houver alteração colposcópica, aí seria indicada biópsia dirigida. Isso é muito mais esclarecedor do que tentar decidir pela aparência dessas fotografias.
Faça um teste simples durante alguns dias: não fique esse período todo sem comer. Por volta das 8h30–9h, faça um pequeno lanche contendo proteína e algum carboidrato, por exemplo fruta e iogurte, ou pão integral e queijo/ovo. E mantenha boa hidratação. Observe se a dor de cabeça e a tontura deixam de aparecer. Alem disso, seria interessante medir a glicemia justamente no momento dos sintomas, antes de comer..
Se os episódios persistirem mesmo alimentando-se regularmente, ou vierem acompanhados de desmaio, alteração da visão, fraqueza de um lado do corpo, dificuldade para falar, dor de cabeça súbita e muito intensa ou vômitos importantes, será necessária avaliação médica urgente, com clínico geral ou com endocrinologista.
Pelo horário bastante repetitivo dos sintomas e pelo jejum prolongado, eu começaria corrigindo alimentação e hidratação e observaria a resposta.
Sim, isso é normal. Em muitos aparelhos de MAPA (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial), o visor fica mostrando apenas a hora e não exibe os valores da pressão, justamente para que o paciente não fique acompanhando os resultados e isso não interfira nas medidas.
O importante é observar se, nos horários programados, o manguito incha automaticamente e realiza a medição. Se ele estiver fazendo isso normalmente, em geral está tudo certo.
Se passarem várias horas sem o manguito inchar nenhuma vez, aí vale entrar em contato com a clínica que instalou o aparelho.
29/09/2026
Não é simples indicar um esquema de reposição de vitamina D, pois é preciso saber do valor da 25-OH-vitamina D, porque a dose muda bastante conforme o grau de deficiência.
Geralmente se usa os critérios abaixo:
-20–29 ng/mL: colecalciferol (D3) 1.000–2.000 UI/dia, geralmente por 8–12 semanas.
-abaixo de ng/mL: costuma-se usar 2.000–4.000 UI/dia ou, em deficiência mais marcada, 50.000 UI uma vez por semana por 6–8 semanas, seguido de manutenção.
-abaixo de 10–12 ng/mL: merece correção mais intensiva e investigação de causas associadas, com controle de cálcio e função renal.
Após a correção, a manutenção fica em 1.000–2.000 UI/dia, dependendo da avaliação do endocrinologista ou do clínico geral.
Essa decisão depende do tamanho do nódulo sólido.
-Se for TR4 maior que 1,5 cm: fazer biópsia ( PAAF).
-Se for TR4 entre 1,0 e 1,4 cm: fazer acompanhamento ultrassonográfico, sem PAAF.
-Se for TR4 menor que 1,0 cm: em geral, nem PAAF nem seguimento pelo ACR, salvo circunstâncias especiais.
Se você está falando de 25-OH-vitamina D = 17 ng/mL em paciente de 20–23 anos, colecalciferol 50.000 UI uma vez por semana por 6 semanas é um esquema de reposição correto. A recomendação para valores abaixo de 20 ng/mL utiliza 50.000 UI/semana por 6–8 semanas.
Se com “6 cp” você quis dizer seis cápsulas, elas não devem ser tomadas juntas. O correto é:
Colecalciferol 50.000 UI
Tomar 1 cápsula por via oral, uma vez por semana, durante 6 semanas.
Quantidade: 6 cápsulas.
Outra coisa, em uma paciente em que houve indicação clínica para dosar e tratar, seria prudente reavaliar 25-OH-vitamina D após o ciclo e decidir manutenção, frequentemente na faixa de 1.000–2.000 UI/dia conforme a recomendação médica.
Ligue ou mande mensagem para o Whats do Medclub (3131.1881): as operadoras vão esclarecer suas duvidas e lhe fornecerão um orçamento.
Ligue ou mande mensagem para o Whats do Medclub (3131.1881): as operadoras esclarecerão suas dúvidas e agendarão consulta com cirurgião vascular (angiologista).
Você deverá começar sua avaliação por um clínico geral. Após examiná-la, provavelmente fará sentido realizar hemograma, ferritina/ferro, glicemia, creatinina e ureia, sódio, potássio, cálcio e magnésio, TSH e T4 livre, vitamina B12 e, conforme o histórico da deficiência anterior, vitamina D. Se houver verdadeira fraqueza muscular ou dor muscular importante, acrescentaria CK (CPK); esse exame ajuda a identificar lesão muscular. Não repetiria indiscriminadamente todas as vitaminas sem antes saber quais estavam baixas e como foi feita a reposição.
Há uma distinção importante: sentir o corpo “fraco e pesado” é diferente de perder efetivamente a força. Dificuldade nova para levantar-se de uma cadeira sem usar os braços, subir escadas, elevar os braços acima da cabeça ou segurar objetos merece avaliação mais rápida.
Procure urgência se aparecer fraqueza súbita ou de um lado do corpo, alteração da fala, desmaio, falta de ar, dor no peito, dificuldade para engolir, febre alta, incapacidade de caminhar, ou se uma perna ficar nitidamente mais inchada, quente e dolorosa que a outra. Urina muito escura associada a dor/fraqueza muscular também é sinal para avaliação rápida.
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